Começou com uma conversa de café.
Eu e o Pestana apercebemo-nos que tínhamos
a mesma ideia: pegar noutros
projectos a solo como nós, pô-los no mesmo carro e fazer disso
um festival. Assim combatíamos a
solidão
da estrada
sem deixarmos de estar
sós em palco.

Manuel Molarinho – co-fundador do festival

O que acontece quando se consegue juntar um (ou 2) carro(s) e alguns dos mais originais músicos nacionais com projectos a solo? E o que muda quando se continua a fazê-lo durante 6 anos?

Quantos são 6 anos em anos de Cubo? Na verdade muito mudou mas muito continua igual. O UM AO MOLHE volta deixar tudo para trás e a fazer-se à estrada e O Cubo (mascote do festival) leva à boleia alguns dos mais originais músicos solitários no Sapo e na Kátia (as acarinhadas viaturas oficiais). O objectivo principal é, como sempre foi, promover uma amostra do que de melhor se tem feito ao nível de bandas de um só em Portugal e criar um circuito para o crescente número de músicos emergentes.

Mas 6 anos de Cubo são muitos anos e O Cubo está hoje mais maduro e precisa de sentir um propósito maior.

 

O Cubo hoje quer fazer menos mas melhor.

O Cubo quer estar rodeado de amigos.

O Cubo quer ser um festival com princípios.

O FESTIVAL

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Os projectos a solo são cada vez mais. São talvez um reflexo dos tempos em que vivemos, explicável algures entre a facilidade de acesso e portabilidade da tecnologia e a necessidade de procura de uma identidade. Portugal é hoje um país de inúmeras vontades individuais de expressão através da música que cresce exponencialmente em qualidade, quantidade e diversidade. Um festival de projectos a solo tem a vantagem de permitir trazer vários concertos a um lugar, criando um programa heterogéneo e adequado a cada realidade. Desta forma, possibilitamos a captação de diferentes públicos, assim como instigamos a criação de novas rotinas de consumo cultural em lugares com ofertas mais reduzidas. É, por princípio, um festival que pretende a criação de ligações. Ligações entre artistas, entre públicos e entre parceiros - que nos têm acompanhado ao longo das edições. Preocupamo-nos em dar espaço a todo o tipo de projectos, desde os mais experimentais até aos mais consensuais

Caminhando a passos largos para a organização e curadoria de 1000 concertos, o UM AO MOLHE tornou-se num festival com um manifesto ideológico que descentraliza, trabalha em rede (para torná-la mais forte), cria encontros nos meses mais frios e trabalha horizontalmente com projectos e formas de arte musicais emergentes.

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